Bifurcação de linha férrea

Vida de Solteira – 13: Escolhas

Bifurcação de linha férrea

 

Carol

 

A minha maior surpresa deveria ter sido ver Júlia com o irmão de Beto, mas infelizmente não foi.

Não desgrudava da boca?” Beto? Beto aos beijos com outra menina?

– O quê? – perguntei olhando pra ele.

– Carol, não é como Júlia está falando.

– É sim, amiga. Eu vi. Ele ficou com ela bem na minha frente, quase engolia a cabeça da menina.

– Júlia, você pode deixar eu conversar com Carol em particular?

– Não. Não posso.

– Pode sim – João Victor entrou na conversa e saiu puxando Júlia, contra sua vontade.

– Carol, eu fiquei com Ruth, mas…

Interrompi a fala dele.

– É mesmo? Diga uma novidade. Porque eu já soube que você quase engoliu a cabeça dela. Não sei pra quê eu fui confiar em você.

– Meu Deus. Você pode me escutar um minuto?

– ENTÃO FALE LOGO!

Gritei para não voar no pescoço dele. Precisava extravasar a raiva de alguma forma. Percebi que Beto ficou um pouco assustado. Provavelmente meus olhos arregalados não estavam tão bonitos.

– Eu só fiquei com ela porque você sumiu. Não queria mais ficar sofrendo por você se recusar a falar comigo e tentei seguir em frente.

– Que ótimo. Também farei o mesmo agora.

Me levantei e comecei a andar em direção à festa. Beto não teve a decência de vir atrás de mim. Ficou lá sentado, como se a vítima fosse ele.

SAFADO! Tomara que a saliva da menina contenha um veneno de duração prolongada e mate-o aos poucos.

– Carol?

– Oi, Júlia.

– Já colocou aquele Beto pra correr?

– Ai, Juh! Eu estava gostando dele. Onde eu perdi a minha capacidade de identificar meninos cafajestes?

Desabei.

Sabe aquela sobremesa que você guardou e passou o dia pensando em comê-la quando chegasse em casa? Aí, de repente, você abre a geladeira e SUMIU. SUMIU? Você afasta tudo, verifica todos os compartimentos, até começar a admitir que o pior pode ter acontecido. Alguém comeu a sobremesa que eu deixei aqui? E aquele alguém sem coração responde: Eu não sabia que você ainda ia querer. Raiva misturado com vontade de chorar surgem em proporções gigantescas dentro do seu pequeno coração. E era aquela sensação horrível que eu estava sentindo em relação a Beto. O meu docinho no potinho, que guardei com tanto carinho, outra veio e pegou.

– Não fique assim, Carol!

Júlia me olhava espantada sem entender nada. Ela me levou para o seu quarto e contei o que aconteceu entre eu e Beto na madrugada que antecedeu o acidente do pai dela.

– Carol, eu acho que exagerei. Talvez ele só tenha ficado com a menina na minha frente porque pensou que eu sabia de vocês e te contaria. Como uma espécie de vingança por você tá ignorando ele.

– Não, Júlia. Isso não existe. Ele ficou porque quis.

TOC TOC TOC

– Carol, você tá aí? – Beto bateu na porta do quarto de Júlia.

– É ele. Não abra. Não abra.

– Será que não é melhor você falar com ele?

Eu e Júlia estávamos sussurrando.

TOC TOC TOC TOC TOC TOC

– Carol, eu sei que você tá aí. Ana me falou. Abra a porta, por favor.

– Eu vou sair para vocês conversarem.

– Não, Júlia. Não quero falar com ele.

– Carol, fugir, mais uma vez, não vai resolver nada.

Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, Júlia abriu a porta e Beto entrou.

Ele trancou a porta e sentou ao meu lado na cama.

– Carol, por favor, antes de tudo, escute o que eu tenho pra te falar.

Apesar de não ter como esconder meu rosto inchado, respirei fundo para não derramar nenhuma lágrima na frente dele.

– Diga!

– Desde que ficamos naquela noite eu não parei de pensar em você. Nunca tinha sentido nada parecido. Quando comecei a trabalhar, logo no segundo dia, tive que fazer um parto complicado de uma vaca. Assim que vi o bezerro, vivo e bem, eu me senti feliz, capaz, realizado. Eu pensei que aquela seria a melhor sensação da minha vida… Até ficar com você.

Beto sorriu pra mim.

– O problema foi que você sumiu. Fiquei perdido. Pensei que não quisesse mais nada comigo.

 – Não acredito nessa sua conversa. Não era claro que foi tudo por causa do pai de Júlia? Todo mundo sabe que, indiretamente, a culpa do acidente dele foi minha. E que não falar com você era uma forma de autopunição.

– Hahaha. Não. Não é claro pra ninguém. Eu nunca ia adivinhar que você estava pensando esse tipo de coisa. Seria muito mais fácil se você tivesse conversado comigo.

– Seria fácil pra quem? Pra mim não era…

Ele segurou as minhas mãos, me fazendo esquecer o que eu ia falar.

– Carol… Eu tô morrendo de saudade. Vamos parar de tanta confusão. Você errou, eu errei. Vamos nos desculpar e começar novamente.

Eu desculpo rápido. Não sou boa em guardar rancor. Assim que Beto terminou de falar, eu já segurei a camisa dele e o puxei pra perto de mim.

– É disso que estou falando, minha bravinha – Beto falou sorrindo e começamos a nos beijar.

Ele se inclinou até deitar seu corpo por cima do meu. Uma mão muito rápida subiu por baixo da minha blusa e só parou quando tocou no meu seio.

Um copo de água geladíssima. Urgente! Urgente! Urgente!

– Beto…

Minha consciência, que implorava por um pouco de juízo, me obrigou a falar.

– Eu sei – ele disse e sorriu.

Se ele sabia, não estava me ajudando. Mesmo a mão permanecendo imóvel, ele voltou a me beijar ainda mais intenso.

TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC

– Carol! Carol! Carol!

Júlia parecia desesperada do outro lado. Beto deu um pulo e em segundos estava em pé ao lado da cama. Eu também levantei, passei a mão cabelo e abri a porta.

– Oi. O que foi?

– Hummm. Pela roupa amassada, vejo que não estavam precisando da minha ajuda.

Júlia, a indiscreta.

– Diz logo, Júlia.

– Seu pai está procurando você. Já não sei mais o que inventar e tia Eunice acabou de falar pra ele que te viu entrando em casa.

 Corri até Beto e dei um beijo no rosto dele.

– Nos falamos depois.

– Ei, espere. Depois quando? Hoje ainda?

– Sim, vou pedir a meus pais para dormir aqui. Mas agora eu preciso ir.

Saí correndo com Júlia e encontrei meu pai na entrada da casa.

– Carol, onde você estava?

– Eu? Aqui, pai. Onde mais eu estaria?

– Aqui onde, minha filha? Eu já procurei você por toda a parte e não te vi.

– Ah, pai. Quem fica parado em uma festa? Eu estava andando por todos os lados. Agora mesmo entrei aqui só para tomar água e já estou saindo.

Beto não tinha noção de tempo. Antes que eu pudesse sair da casa, ele apareceu. Vi quando meu pai arregalou os olhos para algo que surgiu atrás de mim. Era ele.

– O rapaz aí também veio tomar água? – meu pai perguntou irônico.

– Sim, senhor. Estava com muita sede.

Beto se abanou com a mão e piorou ainda mais a mentira. Meu pai nunca acreditaria que ele ficou com sede por causa do calor em uma noite gelada.

– Hahahaha. Meu rapaz, você não prefere dizer a verdade? Eu não sou tão fácil de enganar quanto parece.

Senti Beto ficar tenso ao meu lado.

 – Eu prefiro, senhor. Mas não depende só de mim.

– Não estou pedindo para falar a parte que cabe aos outros. Apenas a sua.

– Bom… É… A minha culpa foi ter me apaixonado. E como foi a primeira vez em 25 anos, fiquei um pouco perdido. É coisa demais dentro do peito de uma só vez. Mas eu quero esse amor pra mim. Só desisto se ela não quiser.

Beto olhou sério pra mim e meu pai perdeu a fala.

– Quer falar alguma coisa, Carol? – Júlia não me poupou do constrangimento.

– Concordo com Beto. Não devemos desistir do amor.

Eu queria sair correndo. Beto poderia ter esperado mais cinco minutinhos no quarto e evitado tudo aquilo.

– O senhor me desculpe por te conhecer e já ir dizendo isso. Mas eu quero muito namorar a sua filha. Ela é a moça que invadiu meu coração como uma enchente violenta. Se ela quiser namorar comigo, espero que o senhor concorde. Você quer namorar comigo, Carol?

Vou matar Beto. Eu me tremia de nervosa e meu pai continuava em silêncio, só que mais pálido.

– Sim. Eu quero!

Falei o mínimo possível. Beto já estava falando por nós dois.

– Uhuuu! Ninguém me perguntou, mas eu também apoio. Gostei de ver, cowboy. Corajoso.

Definitivamente Júlia não conhecia a palavra LIMITE.

– Não foi bem isso que eu imaginei para hoje a noite, mas, se Carol concordou, eu apoio. Eu só quero falar um minutinho a sós com você, rapaz.

Meu pai pediu que eu e Júlia nos afastássemos para ele conversar com Beto. Depois de uns dez minutos Beto voltou.

– O que meu pai queria?

– Haahaha. Nada demais, curiosa.

Insisti para que ele contasse, mas não adiantou. Só ele e meu Pai ficaram sabendo do conteúdo da conversa. Quando a noite parecia que ia ficar perfeita, Ruth, a menina que Beto quase engoliu a cabeça, apareceu.

 – Beto, posso falar com você?

– Oi Ruth, pode dizer.

– É particular.

Beto me olhou como se pedisse autorização e eu falei em seu ouvido.

– Seja rápido e não se afaste muito.

Ele concordou e foi falar com ela.

– Você precisava convidar essa menina, Júlia?

– Eu convidei todos os vizinhos da região. E nem venha me culpar, eu não sabia nada de você e Beto.

Beto e Ruth ficaram conversando perto da mesa onde estavam as bebidas. Era uma mesa grande, coberta por uma toalha vermelha que ia até o chão.

– Vamos escutar o que eles estão conversando? Nos escondemos embaixo da mesa.

Júlia teve a ideia e eu concordei. A curiosidade estava me matando. Cinco minutos depois, com a ajuda de João Victor, que observou toda a movimentação e distraiu as pessoas, entramos embaixo da mesa.

Você disse que nós veríamos depois, Beto. Aí hoje já encontro você com essa menina. Quem é ela?

– Olha! Toda cheia de autoridade – Júlia sussurrou.

– Cala a boca, Júlia. Quero ouvir o que ele vai dizer.

Ruth, quando eu falei isso pra você era outra situação. Agora eu estou namorando. Ela é minha namorada.

– Hummm. O cowboy tá apaixonado mesmo.

Coloquei a mão na boca de Júlia pra ver se ela parava de falar um minuto.

Namorada? E você tinha namorada e mesmo assim ficou comigo?

Ruth, quando eu fiquei com você eu ainda não estava namorando. Tivemos um pequeno desencontro e começamos a namorar hoje. Me desculpe se pareceu que teríamos algo a mais.

Vocês começaram a namorar hoje? Beto, pense melhor. Podemos ficar juntos. Naquele dia foi tão perfeito.

– Que sem noção! Eu ia lá agora – Júlia disse.

Ela estava quase me convencendo. Mas ao ouvir: “Naquele dia foi tão perfeito” também me deu raiva de Beto. Senti vontade de pegar o cotovelo dele e bater na parede, provocando aqueles “choques” doloridos, infinitas vezes.

Não importa o dia Ruth, o que importa é o que eu sinto. E eu quero e vou ficar com ela. Espero que não fique com raiva de mim, mas acho melhor terminarmos nossa conversa.

A resposta dele me deixou um pouquinho mais calma.

Se você prefere, então vá ficar com a sua namoradinha.

A conversa deles terminou. Escutei os passos de Beto em direção à mesa. Eu e Júlia ficamos em silêncio.  Ele passou e depois voltou.

– João Victor, você viu Carol?

– Eu? Eu não, por quê?

Pelo jeito João Victor era tão mau ator quanto Beto.

– Por nada. Se for proibido fazer uma pergunta a você, avise!

– Se quiser perguntar, pergunte. Só não pode me obrigar a responder o que você quer ouvir.

– Tão meigos – Júlia falou e ficamos nos segurando para não sorrir.

Beto saiu resmungando.

– Já podemos sair? – perguntei.

– Ainda não! Eu aviso quando for o momento! – João Victor disse.

Já estávamos ficando sem paciência embaixo daquela mesa até ele deu o sinal.

– Agora! Vão logo antes que alguém veja.

Finalmente saímos.

– Beto tá doido procurando você.

Voltei para o lugar em que eu estava antes dele ir conversar com a tal Ruth. Alguns minutos depois ele chegou.

– Onde você estava? Já te procurei nessa fazenda toda e ninguém sabia seu paradeiro.

– Além de ficar com a menina no aniversário do seu irmão, você também dormiu com ela?

– Não, Carol. Não vamos mais falar disso. Quero esquecer esse tempo que fiquei longe de você.

Ele me abraçou e aos poucos a raiva foi passando.

– Agora diga, onde você estava?

– Não interessa. Fui passear pela fazenda. Tem algum mal nisso?

– Eu sei que você e Júlia deviam tá aprontando alguma coisa, mas tudo bem.

Beto beijava meu rosto e apertava meu corpo contra o dele enquanto falava. E aquela paz que estávamos buscando, infelizmente não veio.

Meu celular começou a tocar dentro da minha bolsa. 1 hora da manhã. Quem poderia estar me ligando? Claro. Rodrigo.

Ligou cinco vezes seguidas e eu não atendi.

– Quem é? Não vai atender por quê? – Beto perguntou.

– Ninguém importante.

– Quem é, Carol?

– É Rodrigo, um menino que fiquei um tempo atrás.

– E ele tá ligando pra você por quê? Eu vou atender. Vocês ficaram durante esse tempo que se afastou de mim?

– Não sei e não, não fiquei mais com ele depois do dia que conheci você. Vamos esquecê-lo e aproveitar a noite?

Beto ficou um pouco emburrado e foi a minha vez de abraçá-lo e beijá-lo. Ele voltou ao normal e me chamou para ir ao mirante.

Saímos sem que ninguém percebesse. Ele sentou no chão e eu fiquei no seu colo.

– Minha bonequinha – ele disse acariciando o meu cabelo.

Beto começou a beijar minha boca de um jeito tão bom que parecia mais poesia. Os braços dele me abraçavam forte me fazendo sentir pequenininha e, apesar da vontade bem aparente, ele não tentava avançar o sinal de forma desrespeitosa. Totalmente diferente de Rodrigo. Estava tudo tão perfeito que tive medo de a qualquer momento uma bomba explodir do nosso lado.

Voltamos para festa uma hora depois. Já estava quase acabando e eu precisava pedir a meu pai para dormir na fazenda. Queria ficar mais tempo com Beto.

Ele não aceitou quando eu pedi. Disse que ficamos pouquíssimo tempo juntos nos últimos dias e que ele e minha mãe estavam com saudade de mim. Júlia apareceu para tentar me ajudar. Conversarmos com ele e depois de mil recomendações, meu pai concordou.

– Obrigada, pai. Te amo.

– Muito juízo, Carolina – Ele disso e olhou para Beto que estava a poucos metros de distância.

Abracei meus pais e os acompanhei até o carro. Quando o carro sumiu, eu corri em direção a Beto. Ele sorriu quando me viu correndo e abriu os braços. Meu corpo se chocou contra o dele e Beto me suspendeu segurando na minha cintura.

– Agora posso ficar mais tempo com você – eu disse.

– Já estava me preparando pra ir pedir a seu pai, mas Júlia me convenceu que seria melhor ela pedir.

Revirei os olhos. Beto, por pouco, não estragou tudo.

Saímos andando pela fazenda e paramos próximo ao rio onde conversamos de forma civilizada pela primeira vez. Deitamos no chão e ele colocou o braço por cima do meu ombro.

– Não sei como é possível eu gostar tanto de você em tão pouco tempo. Você já gostou de alguém assim?

Pensei no meu ex, em Rodrigo e não. Nenhum sentimento que tive pelos dois era semelhante ao que eu sentia por Beto. Com ele era a junção perfeita da tranquilidade do amor com a atração da paixão.

– Não, meu cowboy. O que sinto por você é único.

– Hahaha. “Meu cowboy?”. Eu não sou cowboy, mas eu deixo você me chamar assim.

Entre beijos, conversas e carinho, o dia amanheceu. Mesmo assim Beto não quis ir para casa e eu, teoricamente, já estava em casa. Passava das 7h quando João Victor gritou próximo de onde estávamos.

– Ei, você não vai pra casa não, é? Mãe tá preocupada porque até agora você não apareceu e nem avisou nada.

Realmente, eles deviam estar preocupados. Nos despedimos com alguns beijinhos e Beto foi embora. Eu fui para o quarto de Júlia. Ela ainda dormia feito pedra. Deitei ao seu lado e fiquei sonhando acordada até adormecer.

Depois de tudo a felicidade batia na minha porta. Um amor novo, do jeito que sonhei. Lindo, intenso, cheio de vida. Resumindo, M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.O.

 

Beto

 

Cheguei em casa sabendo que minha mãe ia implicar por eu não ter avisado que ia passar a noite fora. Porém, o sentimento bom que Carol provocou dentro de mim, não permitia que nada tirasse minha paz.

Eu só não esperava por aquela surpresa. Antes era meu maior sonho, mas agora encarei como um pesadelo.

Depois de responder o interrogatório da minha mãe ela me entregou uma correspondência que meu pai pegou na minha caixa de correio durante a tarde.

 

Colorado State University

Querido Senhor Roberto Alencar de Medeiros,

Parabéns, você foi admitido no Mestrado de Reprodução Equina da Colorado State University.

O curso terá início em julho de 2017 e término em julho de 2018. As matriculam já estão abertas.

Estamos ansiosos para tê-lo conosco.

 

Michelle Ronald

Director, Admissions

(906) 788-6789, ext. 9876

 

Apoiei meus braços na mesa e baixei a cabeça. Eu só conseguia pensar: E agora?

Continua…

 


 

Plá:

Escolhas, elas definem a nossa vida. Às vezes são dolorosas, mas necessárias.

 


 

Pensei em gravar um vídeo para vocês.

Faz parte das comemorações de aniversário de 1 ano do blog que está bem próximo 🙂 Quero que me falem qual foi a comida que vocês guardaram com tanto carinho e alguém foi lá e comeu. A que for, aparentemente, mais fácil eu tentarei reproduzir. Não sou muito experiente na cozinha, mas prometo que me esforçarei.

Ótimo final de semana! Beijooos!

 

12 comentários em “Vida de Solteira – 13: Escolhas

    1. Chocolate também fica além dos meus dotes culinários. kkkkkkk
      Vamos ver qual vai ser a decisão dele. :/

  1. Eu sabia!!! Sabia que tudo tava bom demais. Sabia que alguma coisa ia acontecer. Que bom que os dois se acertaram. Pior sensação é você passar o dia todo pensando em um doce na geladeira e descobrir que comeram. Dá vontade de chorar e bater em quem comeu. Tudo ao mesmo tempo. O que dizer do João…. Mal conheço e já adoro. Ajudando os dois. Carol é meio doida se enfiando debaixo dá mesa. É a Júlia? Completamente doida. Adoroooo. Amei esse capítulo. Menos pelo final. Beto vai embora? Vai deixar a Carol? Como assim gente? É o Rodrigo? O que essa ameba tá querendo? Devia ter deixado o Beto atender o telefone pra falar que ela é dele. Perdeu!!!!! Amei o capítulo e mal posso esperar por mais!! Bjs!!!

    1. kkkkkkkkk Não sei qual é a de Rodrigo agora. Gostei do termo que você utilizou pra ele “ameba” kkkkkk

  2. Júlia a melhor pessoa como sempre!! 😂😂
    Mas como nem tudo é perfeito ne,tem que aparecer alguma coisa pra estragar… que coisa! 😂😂

  3. Amei o capítulo . A comida que realmente foi uma bebida .que roubaram da mim : -Ainda era criança e fiz um suco de limão , enquanto fui guardar o açúcar a minha irma foi e tomou , eu dei um tapa no copo e ela sorrindo se engasgou . Foi uma confusão , fiquei sem o suco , tremendo pq a danada tava engasgada e minha mãe ainda queria me bater .

  4. Amei o capítulo, tem como não amar? Cada pedacinho dessa história enche a gente de emoção… Parabéns, continue assim 😍😌

  5. eeeeu sabia o Rodrigo ia aparecer . Vixii ai não logo agora Beto 🙁 decide o melhor ta. Minha amiga passou por isso deu um dó dela pq o boy dela foi embora depois de aparecer uma grande oportunidade pra ele

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